A vida lá fora

Dizem que a vida lá fora é uma selva, e se calhar até é! Peripécias, curiosidades, coisas bizarras, vidas... Este blog é o mais puro desabafo...

quarta-feira, novembro 02, 2005

Até logo...

Não gosto de despedidas pelo que fiquemo-nos por um singelo "até logo...".

Estarei "em contacto" em http://www.1000imagens.com/afonsoduarte e também no MSN em afonso ARROBA alquimia-digital.net

Já não tenho vida para blogs e afins, mas adianto que a minha vida vai de vento em popa. Quer a nível académico quer a nível profissional. O resto está estagnado e sem nada a acrescentar.

Um forte abraço a todos os que me têm acompanhado.
Fonzi

segunda-feira, outubro 24, 2005

Promessas

.. porque raio não passam disso?

Fartei-me.

segunda-feira, setembro 26, 2005

Remodelações

A nova decoração da minha sala, ainda com 20% das fotos que quero colocar...!



segunda-feira, setembro 19, 2005

Mensagem






Por vezes temos que virar as costas.
Por vezes não conseguimos sorrir.

Olhamos em redor e indagamo-nos do porquê do sol brilhar lá no alto, de as núvens percorrerem o céu, e depois disto tudo, a lua erguer-se de forma imponente e sorrir cá para baixo.
Passa a noite fria e escura, com a forma celestial bem lá no alto, e eis que regressa o astro-rei. Mercúrio sorri de um canto, e Vénus amedronta-se para a escuridão. É o raiar de um novo dia em que tudo se repete. O arrastar das núvens, o brilho do sol, e aquela brisa que tanto irrita, como acalma.

Dia após dia, este ciclo repete-se, e não há como lhe escapar. Fomos brindados à nascença com este dogma a que chamamos vida, e amaldiçoados pela profecia do Fim. Entretanto, vivemos, ou sobrevivemos, mas simplesmente cá estamos.

Dedico esta foto a todos aqueles que, tal como eu, estão enterrados em merda até ao pescoço (perdoem se feri alguma susceptibilidade mais amena), mas também, a todos aqueles que nos tiram dela: os verdadeiros Amigos, e todos os outros, conhecidos ou desconhecidos que de uma forma ou outra nos dão uma força e nos tiram de lá (entenda-se, da merda).

Não esqueçam nunca nem jamais que tudo e todos têm influência na nossa situação, no nosso bem-estar e na nossa forma de ver as coisas. Cruzar-mo-nos com um estranho, ver um pássaro cagar-nos em cima na paragem do autocarro, ou simplesmente ver o vento arrastar um papel. TUDO TEM INFLUÊNCIA NA NOSSA VIDA e nada pode fazer com que nos consigamos abstrair disso (quem quiser saber mais pode agarrar-se a um estudo da década de 70 sobre a Teoria do Caos e o Efeito Borboleta. Google aí com força).

É a minha mensagem de força,
é o meu desabafo,
é o meu sorriso,
mas também a minha lágrima.

Um abraço para todos vós.
Fonzi

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Foto tirada hoje, dia 19/Set/2005, quinta das conchas, lisboa.

segunda-feira, setembro 12, 2005

Reaparcido

Caríssimas (dado que apenas tenho leitorAs, a comunidade masculina inexistente (?) que me perdoe),

não tenho andado por cá, e sinceramente, pela hora d'almoço apeteceu-me acabar com isto porque não me apetece nem sinto falta alguma de vir cá. Mas como sei que algumas almas penadas passam por aqui com uma surpreendente frequência (pelo menos para mim, é surpreendente!), estes 3 posts são para vós.

Não me apetece falar de mim, do que se passa, do que sinto, do que se passou.
A inauguração da exposição acabou bem mas começou como um fiasco, mas deu um gozo danado fazer aquilo, e está no ar até ao próximo dia 9. Apareçam que eu pago as bebidas.
O trabalho corre que é uma beleza, mas tive que tirar um dia de folga se não dava em parvo (ainda mais). E chega de falar em novidades.

O primeiro texto, Subtil, não é mais do que uma forma de expressão face ao que sinto e ao que tenho. Escrito numa longa madrugada, deu-me um tremendo gozo fazê-lo, e nota-se a quem o dedico.
O segundo, com a mesma dedicatória, foi escrito horas depois, num acordar desolado. É um texto puramente descritivo de como é cada acordar meu, cá por Lisboa, quando tenho comigo a minha mais que tudo. Nunca foge muito face ao que está retratado, e o que sinto também mantém a mesma coerência.

Não escrevia nada que me desse real gozo vai para 12 mêses e 19 dias, mas, hey, quem está a contar? (vide aqui)

Beijos, beijos, e beijos. Perdoem a ausência.

O Amanhecer

Saudade d’O Acordar.

Acordar com aquele calor único, olhar para o lado e vislumbrar a mais bela pintura a pastel: os cabelos cobrem parte do rosto aconchegado pelos seus braços que revelam um pouco dos seios, e o lençol entrelaçado na perna deixa descobrir a outra.

Mas é uma pintura que respira, uma pintura que vive, uma pintura que ama, uma pintura que sente. Será esta A Pintura que gostava de ter a meu lado agora, e quem sabe amanhã, e no outro dia.

Aprecio a pintura por largos minutos, que a meus olhos são fracções de segundo. Aconchego o cabelo e dou um beijo no rosto e segurando a sua mão dou um outro beijo no ombro.

Minutos depois regresso ao quarto e sento-me no chão enquanto aprecio minuciosamente cada pincelada que compõe tal pintura. Penso se não será fruto da imaginação, mas julgo não o ser.

E eis que a pintura revela a sua vida. Abre os olhos (grandes, castanhos, doces, de expressividade única e com a força de Neptuno), suspira, e segura a minha mão. Não contenho o sorriso nem a felicidade pois nesse momento o mundo pára, o tempo não existe, e a vida é um mar de sonho. O infinito é o ponto de partida.

Ad infinitum, imo amor, ab imo pectore.


Fonzi
02/09/2005

Subtil

Subtil podia ser o sentimento de saudade. Subtil podia ser o vazio. Subtil podia ser o sentimento.

Forte…

Forte é a dor, que consome a alma, mas fomenta a vivência para um novo nascer do sol numa estranha simbiose.

Profunda é a ausência, e o desespero é a companhia. Vénus tocou-me num sonho diurno do qual ainda não acordei, e a cada momento sinto os seus cabelos, o seu cheiro.

A voz traz-me um doce gosto a chocolate, ouvir a sua respiração traz-me recordações de mar e as palavras descrevem-me, indirecta, metaforicamente e em poesia, um nascer do sol que jamais esquecerei.

A presença é a bênção que me faz saborear o regalo da existência, que não a torna mundana. O calor, a aura, o abraço que cada sentimento emana reconfortam-me no leito de pedra a que sempre chamei de vida.



Fonzi
02/09/2005

domingo, setembro 11, 2005

Abandono

Ainda cá vem alguém?

Nunca mais tive acesso à net. O último dia em que tive foi no passado dia 25.

Francamente agora não me apetece escrever muito porque tou morto, mas amanhã tenho tempo.

Abraços!

segunda-feira, agosto 22, 2005

Fonzi's Return

Fieis leitore(a)s, sim, tenho andado ausente, por uma série de motivos...

Foram as festas da espelunca de 13 a 18, tive a fazer a reportagem, entretanto fiz dois outros trabalhos (que concluí à momentos), com mais dois à espera. Ando com graves problemas do forro pessoal (só para terem uma ideia, já nem o belo do meu martini consigo aguentar no estômago, e quanto ao meu Porto, AIIIIIIIIII :(( ), e afins... Saudades de Lisboa, de ser intelectualmente sodomizado por alguns docentes do ISCAS (ISCTE, para quem não se lembra o que é).

Enfim... 'raispartam esta merda toda que não ando com paciência para nada. Sinto-me brutalmente sozinho, e nada mais me safa do que me atascar em trabalho (o primeiro fiz numa semana, o segundo que foi bem maior fiz em pouco mais de dois dias...).

Um abraço, um beijo... dividi e conquistai.

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BTW: a exposição é a 10 de Setembro!